Skip to main content

A decisão de adotar uma ferramenta de gestão de ativos territoriais sempre parte de uma necessidade concreta do negócio. Ela surge quando os controles existentes deixam de dar conta da complexidade operacional, do volume de informações ou das exigências regulatórias associadas aos ativos da empresa. Nesse ponto, a discussão raramente é se a gestão de ativos é necessária, mas como estruturá-la de forma consistente e sustentável. 

No texto a seguir, explicamos a importância de um software inteligente para a gestão de ativos territoriais e os desafios de desenvolver a solução ideal. 

Boa leitura! 

Gestão transversal de ativos territoriais 

Primeiramente, vale destacar que a gestão de ativos territoriais não segue um modelo único. As necessidades variam entre organizações e também dentro da própria empresa, onde a responsabilidade sobre os ativos pode estar distribuída entre áreas como fundiário, financeiro, jurídico, ambiental e operações. Cada uma dessas áreas enxerga o ativo sob critérios diferentes. Por exemplo, governança, controle de custos, ciclo de vida, conformidade regulatória ou segurança jurídica. 

Essa fragmentação torna a gestão de ativos um tema transversal. As decisões tomadas por uma área geram impactos diretos nas demais, o que exige visibilidade compartilhada, dados confiáveis e critérios comuns de acompanhamento. Quando essas informações ficam dispersas em planilhas, sistemas isolados ou controles informais, o risco operacional aumenta e a tomada de decisão se torna mais lenta. 

A importância de um software especialista 

Nesse contexto, o uso de software passa a ser parte da estrutura de gestão. No entanto, nem toda ferramenta atende bem a esse cenário. Muitas soluções padronizadas impõem fluxos rígidos e pressupõem que a empresa se molde ao sistema. Isso funciona apenas quando os processos internos já se encaixam nesse modelo, o que não é a realidade da maioria das organizações que lidam com ativos territoriais complexos. 

Além disso, quando a gestão envolve múltiplas áreas, a facilidade de uso é um critério fundamental para o aproveitamento pleno da solução. Se a plataforma gera atrito, demanda treinamentos extensos ou cria barreiras de acesso à informação, a adesão cai e os silos se mantêm.  

Um software de gestão de ativos precisa acomodar diferentes linguagens operacionais, permitindo que o financeiro acompanhe pagamentos e contratos, que o jurídico tenha clareza sobre títulos e restrições, que o fundiário visualize ocupações e que o ambiental acompanhe condicionantes e licenças, tudo dentro de uma mesma estrutura de dados. 

É nesse ponto que costumam surgir os principais desafios e o dilema entre desenvolver internamente ou adquirir um software especialista. 

Desenvolver internamente ou adquirir um software especialista? 

Dentre os principais pontos a se avaliar sobre esse assunto estão: 

Tempo 

Uma solução madura de gestão de ativos exige ciclos longos de testes, validação em campo e ajustes contínuos até atingir estabilidade operacional. Softwares especialistas já passaram por esse processo em diferentes projetos, territórios e contextos regulatórios, o que reduz o tempo até a geração de valor. 

Custos 

O segundo critério é o custo total ao longo do tempo. O desenvolvimento interno não envolve apenas programação. Ele exige gestão de produto, manutenção contínua, atualização tecnológica, correções de segurança e adequação a mudanças regulatórias. Esses custos são recorrentes e, na prática, difíceis de prever. Em muitos casos, o investimento inicial parece controlável, mas a sustentação da solução se torna onerosa à medida que a complexidade cresce. 

Foco das equipes 

Há também uma implicação direta no foco das equipes. Quando o time interno assume o papel de desenvolvedor de um sistema, parte significativa da sua capacidade é direcionada para demandas técnicas permanentes. Sendo assim, isso reduz o tempo disponível para apoiar a estratégia do negócio, melhorar processos e responder a necessidades operacionais emergentes. 

Inteligência de mercado 

Mesmo equipes de TI altamente qualificadas enfrentam outra limitação: a ausência de inteligência de mercado específica. Enquanto isso, empresas especialistas em gestão de ativos acumulam conhecimento a partir de múltiplos clientes, setores e cenários regulatórios.  Em suma, essa experiência se traduz em funcionalidades, modelos de dados e fluxos já testados, algo que dificilmente é replicado em um desenvolvimento isolado. 

Ou seja, soluções especialistas já nascem com inteligência embarcada, desenhadas para resolver problemas específicos do negócio. Elas agregam anos de aprendizado, erros corrigidos e ajustes operacionais que levariam meses ou anos para serem construídos do zero. Ademais, apresentam custos mais previsíveis, reduzem riscos de retrabalho e liberam as equipes internas para se concentrarem naquilo que impacta diretamente os resultados da empresa. 

A solução ideal 

Por isso, a pergunta central não deve ser se a empresa consegue desenvolver um software internamente, mas qual é o custo real dessa escolha em termos de tempo, risco e desvio de foco. Embora toda grande organização possua um time de TI, isso não significa que ele deva assumir a responsabilidade por construir e manter uma solução complexa de gestão de ativos territoriais. 

Specifor se insere nesse contexto como uma plataforma de gestão e governança de ativos territoriais desenvolvida a partir da prática de mercado. Na 4Asset, os softwares incorporam conhecimento técnico, inteligência aplicada e experiência acumulada em diferentes projetos e setores, permitindo que as empresas avancem com mais segurança, eficiência e controle sobre seus ativos. 

Dessa forma, podemos concluir que entender quando comprar e quando desenvolver não é uma decisão tecnológica, mas sim estratégica. No caso da gestão de ativos territoriais, optar por uma solução especialista costuma ser o caminho mais consistente para escalar a operação sem aumentar a complexidade interna. 

Já passou da hora de profissionalizar a gestão de ativos territoriais. Entre em contato com nossos especialistas e veja como o Specifor pode contribuir com a sua operação.